segunda-feira, 6 de junho de 2011

JUSTIÇA... quando?

Sabe-se como a FRELIMO, ontem e hoje, faz a sua caminhada de engano do Povo através de estórias bastante deturpadas ou eivadas de mentira. Mesmo alguns dos fazedores de opinião, como por exemplo o João Craveirinha, atrevem-se a contar os factos de uma forma muito sua, possívelmente para se manterem nas boas graças daqueles que deveriam ter por missão zelar pela coisa pública, mas se mostram única e simplesmente interessados em manter as suas benesses e bolsos cheios, não importando a que preço.
Muitas vezes me pergunto quando haverá em Moçambique uma política virada para o Povo injustiçado ao longo dos anos, e apenas para este, que vive o quotidiano meditando em qual foi o seu crime, que mal lhe pode ser imputado para não lhe ser dada uma oportunidade.
Fala-se sempre do colonialismo português como o culpado de tudo o que de mau acontece, não assumindo o facto de que após mais de 30 anos de independência já haverá um certo peso no destino do Povo Moçambicano. É tempo de assumirem as culpas que cabem ao Governo da República. E o senhor que detém a presidência da República bem poderia abdicar de um pouco da sua vasta fortuna pessoal em detrimento daqueles que têm fome! Sei que andou na mata, como companheiro de Samora Moisés Machel, mas isso não lhe dá menos responsabilidades no bem estar do Povo. Antes pelo contrário! Se ajudou a conduzir o Povo para a miséria, bom seria que pensasse em lhe dar um pouco do muito que amealhou... até porque nem sequer dá contas ao Povo da dimensão do seu império financeiro... que não se sabe como começou.
Bem bastaram os maus exemplos de Samora Machel, de Marcelino dos Santos, de Chissano ou Sérgio Vieira. Às mãos destes pereceram Homens e Mulheres da dimensão do Pe. Mateus Gwenjere, de Uria, Pedro  e Celina Simango, de Paulo Guname ou Fautino Kambeu, para não falar de Joana Simeão ou do sobrinho de Mondlane, Pedro.    
Palácio do Governo do Niassa

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