quinta-feira, 17 de maio de 2012

"A TODA A PARTE CHEGAM OS VAMPIROS..."


Não se sabe até que ponto 'as coisas' são assim, conforme se lê em revistas americanas de algum prestígio, como é o caso presente. Ainda bem que não são notícias veículadas por nenhum órgão de informação 'colonialista', daquelas que o 'bandido' branco costuma colocar em circulação para causar mau estar entre as gentes de Moçambique, como tão bem sabem acusar os 'heróis' da FRELIMO desde sempre. Se um branco espirra, é porque quer contagiar os Moçambicanos, segundo o pensamento do 'grande educador do Povo' que foi Samora Moisés Machel,  com a aquiescência dos seus seguidores... embora não lhe cheguem aos calcanhares, mesmo sendo ele 'cambuta', pois não se podia ter tudo!
Mas vamos lá a lêr aquilo que nos chega via portal Wiki Leaks, citando telegramas da Embaixada dos Estados Unidos no Maputo.  
 "O Presidente da República de Moçambique terá recebido uma comissão entre 35 e 50 milhões de dólares no negócio da compra da Hidroeléctrica Cahora Bassa a Portugal, revelou o portal WikiLeaks, citando telegramas da embaixada dos EUA em Maputo.
Nos documentos, Armando Guebuza é referido como estando envolvido em "todos os acordos de mega projectos de milhões de dólares, com estipulações nos contratos que determinam que se trabalhe com o sector privado moçambicano".
Um exemplo dado é "o envolvimento de Guebuza na compra da barragem de Cahora Bassa ao Governo Português por 950 milhões de dólares".
O documento diz que, destes, 700 milhões de dólares foram pagos por um consórcio privado de bancos, organizado por um procurador de Guebuza, tendo o Presidente da República recebido "uma comissão estimada entre 35 milhões de dólares e 50 milhões de dólares" (entre 26,48 milhões de euros e 37,84 milhões de euros ao cambio actua)."
"O Banco Português que organizou o financiamento entregou as suas acções no BCI Fomento a uma empresa controlada por Guebuza", refere o documento. A reversão definitiva para Moçambique de Cahora Bassa envolveu o pagamento a Portugal de 950 milhões de dólares ( 650 milhões de euros ao câmbio da altura), 250 milhões pagos após a assinatura do acordo, em Outubro de 2006 em Maputo, pelo presidente moçambicano, Guebuza, e pelo primeiro-ministro português, José Sócrates.
A segunda "tranche" de 700 milhões de dólares foi financiada por um consórcio bancário composto pelo banco português BPI, parceiro da CGD no Banco Fomento, e pelo francês Calyon. A Lusa já tentou, em Maputo, uma reacção da Presidência da República às implicações divulgadas pelo portal WikiLeaks, citando telegramas da embaixada norte-americana em Maputo, mas como é habitual não obteve resposta."

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